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Análise Ergonômica do Trabalho: conheça 10 benefícios

31/07/2019

Investir no capital humano é, sem dúvida, um dos segredos de empresas de grande sucesso no mercado. O bem-estar e a saúde no trabalho são fatores que estão diretamente ligados ao aumento da produtividade, à satisfação dos envolvidos e às melhorias de desempenho.

 

Dado o contexto, é importante destacar que muitos dos aspectos citados são avaliados por meio da Análise Ergonômica do Trabalho (AET). Essa ferramenta ajuda a garantir a segurança, saúde e bem-estar dos envolvidos na realização das atividades operacionais. Isso ocorre tanto na indústria quanto em organizações de outros segmentos que lidam com riscos ocupacionais diariamente.

 

O que é Análise Ergonômica do Trabalho?

 

Regida pela Norma Regulamentadora 17 do MTPS, AET é um conjunto de metodologias e processos que têm como finalidade buscar, identificar, analisar e aferir com perfeição as atividades e equipamentos ou ferramentas utilizados pelos profissionais em seu ambiente de trabalho. Também mensuram os impactos positivos ou negativos que o trabalho gera direta ou indiretamente nos colaboradores em sua rotina laboral e fora do trabalho.

 

Sendo assim, são analisados os riscos ergonômicos que o trabalho, suas atividades e tarefas podem oferecer. Avalia-se também o ambiente como um todo, o impacto que cada elemento gera e como cada aspecto pode prejudicar e até adoecer os profissionais. Tudo entra na avaliação: fatores ambientais como a temperatura e a iluminação, fatores biomecânicos, organizacionais e outros relacionados ao conforto e bem-estar dos trabalhadores.

 

Quais são os benefícios da Análise Ergonômica do Trabalho para a empresa?

 

1. Melhoria na produtividade

Através da AET é possível aumentar significantemente a produtividade do trabalhador e, por conseguinte, do setor. A primeira razão para isso é que o estudo permite identificar maneiras de reduzir os movimentos repetitivos e os esforços. Isso tem reflexos na otimização das tarefas, que levam menos tempo para serem concluídas, seja por adaptação ou por substituição de formas de trabalho mais eficientes.

 

2. Redução das faltas

As lesões por esforços repetitivos e doenças relacionadas ao trabalho, também conhecidas por LER/DORT, são responsáveis por uma parcela dos funcionários que faltam ou são afastados. E não é segredo para ninguém o quanto essa ausência tem impacto na rentabilidade das equipes. Mesmo sob justificativa plausível, um grupo desfalcado não apresenta os mesmos resultados de um completo.

 

3. Aumento da qualidade

A qualidade do trabalho é importantíssima para que a empresa se adeque às leis e também para que ela fature alto, pois não basta só produzir mais, é necessário que os frutos dela sejam melhores. Quando não há uma preocupação com as questões ergonômicas do trabalho, o colaborador sofre interferências de divers